Pausa para café II
Já repararam que a Marta da "Ok Tele seguro" foi promovida?
Agora a operadora do call center é outra jovem. A Marta só aparece no final a dizer qualquer coisa.
Acho que é justo, parabéns Marta!
"Em Roma sê romano. Na Tugalândia sê macaco."
Já repararam que a Marta da "Ok Tele seguro" foi promovida?
Agora a operadora do call center é outra jovem. A Marta só aparece no final a dizer qualquer coisa.
Acho que é justo, parabéns Marta!
Já repararam que uma peneira para a farinha é um filtro passa-baixo e que não dá para fazer um filtro passa-alto ou passa-banda com uma?
No Domingo vi uma jovem que já não via há cerca de 3-4 anos.
Olhámos um para o outro, sem dizer nada, mas os nossos olhares gritavam: "o quê, ainda não faleceste?!?".
Ahh, o doce sabor do reencontro! [se bem que o olhar dela também traduzia saudade, não sei bem do quê. Acho que é o meu ego sub-nutrido a falar!]
Ora bem, o que é que este episódio tem de especial?
Hoje tinha ido por gasolina e ao entrar no carro, atrapalhado com os inúmeros papéis que recebi, levei com a porta na cabeça.
Qualquer coisa como: levar com a porta, o que levou a minha cabeça de encontro ao carro que voltou a fazer ricochete contra a porta. Tenho um ligeiro galo na cabeça, mas pronto, a única consequência é que ao entrar na 2ª Circular, em hora de quase ponta, entrei no sentido errado...
E o que é que isto tem de especial?
Hoje insultei uma amiga dizendo que os brigadeiros que ela faz parecem pastilha elástica de chocolate. [e parecem mesmo!!! =D ]
E depois?
Na quinta-feira vi cadáveres de chineses numa exposição. Fui acompanhado por uma pseudo-fisioterapeuta e por uma pseudo-médica o que, sem dúvida, valorizou a visita.
Qual a minha única estranheza?! Não vi olhos cortados em fatias. Acho que foi a única coisa que não vi em fatias.
Vi homens e mulheres em fatias. Cérebros em fatias. Ossos em fatias. Vi caras em fatias.
Mas olhos não.
E então?
E então, este é o resultado de um tipo que não sabe bem o que escrever e ainda tem que trabalhar. Já viram as histórias fantásticas que eu tenho para contar aos meus netos?!
"Olha, um dia o avô foi ver pessoas mortas numa exposição. Uns dias depois foi pôr gasolina e levou com a porta do carro na cabeça. Ah ah, que tempos tão radicais!"
Tenho muita coisa para escrever mas darei prioridade a um episódio que se passou hoje. Mais uma vez vos garanto, isto e totalmente verídico, havendo muitas pessoas que podem confirmar a história.
No Aquário acontece de tudo. Atendendo, ao facto que estamos muitas horas lá metidos [só ontem foram mais de 8h] é natural que isso se traduza numa pequena lista de episódios que nos fazem ganhar o dia.
Como sempre lá estava eu a trabalhar no Aquário. Confesso que a vontade não era grande. Tínhamos acabado de almoçar, estávamos a estudar por uma sebenta de qualidade inferior e, naturalmente, o trabalho não desenvolvia.
Algo frustado, confesso, decidi desanuviar o ambiente fazendo a seguinte proposta à F. à R. e ao JP.[que, aviso já, não tinha qualquer intenção de realizar]:
"Pessoal, o que é que vocês me faziam se eu fosse ali para o meio, com este livro que não presta, e me pusesse aos saltos em cima dele?"
A F. deu uma resposta também dentro do registo de brincadeira e disse-me:
"O que é que eu fazia? Chamava uma ambulância! Havia de ser giro ver-te com um colete de forças! =D =D" [reparem no grande sorriso que ela fez!].
Depois deste curto diálogo voltámos ao nosso trabalho, fazendo um enorme esforço para extrair qualquer coisa de útil do pobre livro. [não, não há muito mais por onde pegar]
A certa altura, e nem meia hora tinha passado desde esta nossa conversa, chega-se um senhor ao pé de mim:
"Desculpe, boa tarde"
"Boa tarde..."
"Eu pertenço ao grupo psiquiátrico do Hospital Santa Maria..."
Gelo.
Confesso que, devido à conversa que tinha tido instantes antes, durante uma fracção de segundo, tudo me passou pela cabeça. Inclusive que o homem iria continuar o discurso desta forma:
"... e estou aqui para o levar comigo. Por favor, não resista."
Na realidade o senhor continuou a falar comigo mas disse-me:
"... e estamos a fazer um inquérito. Poderia dispender de uns minutos?"
Um estranho alívio apoderou-se de mim e nem resisti, que viesse o inquérito!
Consequências? Enquanto ele falava tive que morder o labio para não me desatar a rir na cara no senhor. Foi triste! =D
"... mas é o meu estilo."
Isto é tanta coisa a acontecer ao mesmo tempo que peço desculpa por não andar a responder aos comments. Em breve porei tudo em dia.
O video de hoje está quase ao nível do "Carolina, eu amo-te".
Tipo, eu não consigo ter palavras para isto, tipo, o video fala por si.
Eis que, após uma semana "desaparecido", estou de volta.
Respondendo às inquietações que a minha ausência possa ter provocado, só vos digo isto:
IST
Acho que nunca tive uma semana tão esgotante como esta.
O meu dia de ontem [quinta] começou calmamente às 5:30 AM.
Depois de ter aproveitado um pouco da manhã para estudar em casa, fui para o IST, onde cheguei as 9h.
Fiquei 9 horas seguidas numa sala de estudo, das 9:15 às 19h. [Pausa para café às 11h - 5 min; pausa para almoço às 15h - 30 min; pausa para entrega de trabalho - 15 min].
A fazer o quê? Um trabalho para entregar nesse dia [trabalho marcado na tarde anterior] e a estudar para o teste que seria ... nessa noite.
Teria sabido bem ter ido para casa mas depois desta maratona nada melhor que ter um teste às 20h que durou até às 21:30. Foi saudável.
"Que menino!", dizem vocês a rir-se. Até seria, se a semana não tivesse sido toda num ritmo parecido a este.
Bem, continuando, cheguei a casa por volta das 22h. Jantei e... fui preparar-me para uma ficha de laboratório que ia ter no dia seguinte [hoje].
À 1h da matina fui dormir, cansado e feliz, afinal no dia seguinte estaria em casa antes das 19h...
Enfim, serve o presente post para no futuro me recordar destes "pequenos" momentos que caracterizam e marcam uma certa fase na nossa vida.
Sabem qual é o meu medo? É de vir a ter saudades de dias como este...
Vou tentar dissertar sobre qualquer coisa.
Atenção, no momento em que escrevo estas linhas não sei sequer qual o tema deste post.
Ora bem, eu tinha pensado em dedicar um post ao Versailles. Mas será que estou com o espírito certo para o fazer?! Será que estou pronto a dedicar a atenção devida a esse café que tantas alegrias nos proporciona? Não estou, fica para depois.
Também pensei em falar do Carmona, da exposição dos cadáveres, etc etc. Mas não.
Recordo agora que o meu dia foi rico em emoções pseudo-fortes.
Tudo começou logo de manhã com um comutador a curto-circuitar.
O amigo G. não o pôs na bancada como devia e eu, ao liga-lo à corrente, fiz com que ele se inclinasse, provocando um curto-circuito, levando o dijuntor da bancada a disparar.
Uma mini faísca foi o mais emocionante que se viu =/.
Depois do laboratório nada melhor que ir ao Versailles comer qualquer coisa. Eis que o jovem G. [again!] fica cá fora, para fumar. E onde é que ele decide fumar? Ao pé do novíssimo detector de fumo. Pouco depois aparecia um segurança preocupado:
"Epah, bolas! Você podia ter fumado mais para ali, onde o fumo não chega ao detector! Agora vou ter que ir lá acima fazer um relatório a explicar tudo."
Imaginem o que estava por baixo dos detectores... sim, estavam dois cinzeiros...dois...
Enfim, passou-se tudo sem grandes problemas.
Mais tarde, começamos todos a entrar em pânico com a invasão de câmaras de vigilância que se está a verificar na Torre-Norte.
Depois de um dia tão emocionante, assisti à mais fabulosa cena dos últimos tempos [só para terem uma ideia de como a minha vida tem sido tão emocionante]:
Acompanhei duas amigas na compra de uma prenda de anos. A certa altura elas estavam indecisas entre duas peças. Qual o metodo super-racional utilizado?
"Olha, vamos fazer 'par ou ímpar'. Eu sou par.", diz a S.
"Eu sou ímpar.", esclarece a R., não fossemos nós pensar que ela optasse por uma 3ª ou 4ª via.